terça-feira, Fevereiro 28, 2012

Espírito

É das antigas.
Tem 750ml e vive cá na casa desde a abertura!

Valle Pradinhos 2001

Não é uma novidade claro está!
Mesmo assim merece destaque aqui no nosso blog uma vez que é um achamento.
Já começámos os "testes" de controle ;)

Plainas 2010

Rebouça alvarinho 2010

Meandro 2009

Casa das Mouras reserva 2005

Fritz Haag riesling

AdF 2007

Amor Dinheiro Fama limited edition Douro 2007
Clique aqui para saber qual é a "causa das coisas".

quarta-feira, Fevereiro 15, 2012

Ofertas


No seguimento da nossa parceria com o site A Pensar em Si deixamos aqui o teaser para dois artigos. Chryseia 2007 e Burmester vintage 2000.


segunda-feira, Fevereiro 13, 2012

Quinta de Sanjoanne 2007

É sempre um prazer ver artigos como este... de "confiança"!

Parabéns à equipa sempre bem disposta :)

Ora leia lá o artigo deste trio maravilha:

Nome: Quinta de San Joanne
Tipo: Branco
Colheita: 2007
Região: Vinho Verde
Castas: Loureiro e Avesso
Graduação: 12.5%
Produtor: Casa de Cello
Preço: < €5

Sim, estão a ver bem. É um Vinho Verde de 2007 e foi bebido agora.
Estranho? Só para quem anda distraído e ainda vê o Vinho Verde como um vinho ligeiramente gasoso para ser bebido logo no ano em que sai.
Os vinhos deste produtor nunca têm gás e há até alguns que só saem para o mercado 4 anos depois do ano de colheita. Não é o caso deste entrada de gama, que sai novo para o mercado.
No entanto, ao ver umas caixas desde 2007 à venda numa garrafeira de confiança, decidi trazer 2 garrafas para casa. E em boa hora o fiz.
De cor já com alguma intensidade, tem um impressionante aroma mineral. Quando me iniciei nisto do vinho e lia “aroma mineral”, fazia-me alguma confusão e demorei algum tempo até perceber a que aromas isto se referia. Ainda há pouco tempo estava a falar com o Pingus, sobre a dificuldade em explicar isto, e ele referiu que lhe faz lembrar a água dos rios a bater nas pedras. Mas como eu lhe disse na altura, isso é para quem tem raízes no campo. Quem cresceu perto do Tejo (já para não falar no Trancão) os aromas que os rios lhe recordam não são propriamente bons. Por isso o mais fácil é comprar umas garrafitas disto para verem o que quero dizer.
Na boca ainda me impressionou mais. Ainda com uma bela acidez, textura suave, uma ligeira untosidade e uns sabores dados pela ligeira oxidação do tempo de garrafa, o que chegou fazer um amigo meu pensar que tinha madeira.
Com uma profundidade na boca e persistência que não estava a contar encontrar num vinho que nem €4 me custou, só me arrependo de não ter comprado umas caixas.

Nuno: 16

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Artigo retirado do site da Ema/Nuno e Ricardo, o Magna Casta.